segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Últimos dias da "Coletiva 307"




     A foto ao lado, de Nina Mello,  é uma das que integra a exposição "Coletiva 307", no Manufato Galeria Café, em seus últimos dias, somente até 29 de janeiro.

     Majoritariamente trabalhos de fotografia, mas com outras artes como cerâmica, em uma exposição muito bem mesclada e realizada.

    A exposição tem obras de qualidade e os trabalhos estão todos disponíveis para aquisição. Excelente oportunidade para presentear com arte.

     A vista à exposição é sem dúvida um ótimo programa, que pode ser complementado no Café no andar térreo, ), 

     Para saber mais sobre a exposição, veja outras notícias aqui no blog JF em Foco clicando no marcador "Manufato Galeria Café" ao final desta notícia.

     A seguir, algumas informações sobre parte dos expositores.










Antônio Cuzzuol

     Trabalha profissionalmente com fotografia há 10 anos. Com vasta experiência em fotografia publicitária, fotografa junto a agências de publicidade em Vitoria, ES. Desenvolve trabalhos autorais, normalmente fora do estúdio, registrando cenas urbanas, natureza e manifestações populares. Com formação em Economia, cursou Fotografia no Istituto Europeo di Design em Roma. Apresentou, em Vitória, a individual “Roma-Scene”, com imagens do período em que viveu na Itália. Participou de coletivas e integrou, em 2001, o evento “JF em Foco”, expondo no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora.


Fabiano Cafure

     É cineasta, fotógrafo, artista plástico, formado em Psicologia. Estudou fotografia, pintura e desenho no Washington College Liberal Art School (EUA). Atualmente, reside no Rio de Janeiro e lançou este ano o longa metragem "Eu te amo Renato", primeiro longa brasileiro produzido exclusivamente para web e licenciado via Creative Commons, com lançamento na categoria de ficção do canal cultural aberto O CUBO, onde Cafure assina a curadoria.




Fotografia no processo de cianotipia,
 de Fábio Giorgi
Fabio Giorgi

Depois de 25 anos atuando como advogado, em 2006 passou a se dedicar exclusivamente à fotografia pesquisando e praticando processos fotográficos históricos e alternativos e desenvolvendo trabalhos autorais. Desde então, já foram cinco exposições: Em 2007, "Photophormato", na Galeria Entre Aspas; "Orgânico", na Galeria The Loft, ambas com impressões em cianotipias. Em 2009, "Postes, muros e tapumes", integrante do Festival JF em Foco. Em 2010, "O que se olha mas não se vê", no CCBM e "E por que não?", na Casa de Cultura da UFJF.
Cianotipia - A cianotipia foi descoberta pelo cientista inglês John Herschel, em 1842, e utiliza sais de ferro, ao invés da prata, para a formação da imagem, daí sua cor azul característica. É um processo de impressão bem simples e não exige o uso de laboratório, revelação ou fixação da imagem.


Heitor Magaldi

     Engenheiro Civil, foi membro fundador da Sociedade Juizforana de Fotografia, em  1976, e da COOPHOTO - Associação da Qualidade Fotográfica, de 1989. Realizou dezenas de exposições em cidades como Havana, São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, Barbacena e várias em Juiz de Fora. Participou do FOTO 13, com a exposição “Mineirices”. Foi premiado no Salão Nacional de Arte Fotográfica, na Revista Ferrovia, no Jornal Diário Mercantil e no Clube de Engenharia.


Humberto Nicoline

     Fotógrafo freelancer, é jornalista (Comunicação Social, UFJF, 1981), Trabalhou em jornais de JF e BH. Atuou em coberturas fotojornalísticas em todo o território nacional e em países da América do Sul, Europa e África, com destaque para torneios de futebol (Copa Libertadores da América),  Grandes Prêmios de Fórmula 1 e Fórmula Indy, além da nomeação de cardeais no Vaticano. Foi premiado em concursos de fotografias nacionais e internacionais, com o World Press Photo e o Nikon Photo Contest International. Em 2009 lançou o livro documental de fotografias “JF Anos 80”.



Jober Brochado

     "O foco principal do meu trabalho é a arte fotográfica. Inspirado principalmente pela cena urbana e seus grafismos, desenvolvo essa atividade através do domínio de todo o processo fotográfico dito analógico, em preto e branco, sendo este a maior parte da minha produção. Atualmente, pela via digital, venho produzindo trabalhos em cores dentro da mesma concepção. Tive fotografias apresentadas em mostras coletivas no Brasil e exterior, publicações em catálogos e revistas nacionais e estrangeiras, tendo juntamente com outros fotógrafos ministrado cursos de teoria e prática fotográfica em Juiz de Fora." 


Julia Milward 

     “Nascida na baía de Guanabara, criada nas margens do Paraibuna, atravessou o oceano atlântico até a Seine, desaguou no Rhône e hoje pratica Stand Up Paddle no lago Paranoá. Graduou-se em jornalismo (UFJF) e em artes plásticas (Université Paris 8), pós graduou-se em fotografia contemporânea (Ecole Nationale Supérieure de La Photographie), hoje mestranda em poéticas contemporâneas (UNB). Expôs em diversos países, publicou algumas vezes. Ganhou um prêmio (Arca-Suiss). Vive e tenta trabalhar”.


Nina Mello

     Atuante na fotografia há 20 anos. Para sua formação, buscou aperfeiçoamento em cursos em São Paulo e em festivais nacionais de fotografia com fotógrafos de grande repercussão. Trabalhou cerca de 15 anos com fotojornalismo e jornalismo corporativo. Formada em Jornalismo, pelo CES/JF. Atualmente, coordena o Espaço Experimental Nina Mello, voltado à fotografia. Há cinco anos se dedica às pesquisas no universo fotográfico direcionando seu trabalho para a fotografia artística.


Paulo Bittar

     É fotógrafo naturalista e desenvolve estudos em fotografia desde 1977, com exposições e trabalhos comercializados no Brasil e exterior: Japão, Alemanha, Estados Unidos, Argentina, Peru, Israel, Holanda, Suíça. A partir do curso de Ciências Biológicas especializou-se em fotos técnicas, científicas e publicitárias. Atualmente divide-se entre a prática da fotografia, seu ensino e incentivo, além da produção de foto arquivo especializado para agências de imagens brasileiras e estrangeiras, sendo representado pelo StudioR de São Paulo.
     As fotografias fazem parte de uma série chamada “Natureza inteira”, com 60 imagens e retrata a natureza brasileira. As molduras foram produzidas artesanalmente na Oficina Escola de Marcenaria do Batatal (arredores de Lima Duarte, MG). Foram utilizadas madeiras de lei rústicas e pouco tratadas para harmonizar com o tema das fotografias.


Roosevelt Nina

     Dono de um currículo premiado, iniciou sua trajetória na fotografia na década de 1990. Laureado, em 1993, com o prestigiado prêmio Icatu das Artes, o artista viajou a Paris, tendo, então, se aproximado de expressões que recriam o surrealismo na atualidade. Nos trabalhos que apresenta, Roosevelt Nina revela, em seu próprio laboratório, pequenas imagens em P&B, no formato de polaroides, cujo processo final recebe pinceladas da tinta Ecoline, material semelhante à aquarela, bastante utilizado por artistas brasileiros na década de 1960, como Almedir Martins, Roberto Magalhães e Wesley Duke Lee.


Tonil Braz

     Estudante do curso de Artes e Design da UFJF, em suas pesquisas poéticas, tanto a linguagem bidimensional como a tridimensional são usadas a fim de expandir suas inquietações artísticas que insistem em manter uma relação estreita com a poesia na intenção de ressignificar o mundo.  O alvo das pesquisas poéticas são a ressignificação de objetos os quais necessitam o mínimo de esforço humano animal para a realização de suas funções. A fim de aprimorar os trabalhos surgiu a colagem de fotografias em algumas esculturas com a intenção de inserir sacolas plásticas, objeto que até então não seria viável trabalhar tridimensionalmente. No entanto, uma quantidade desnecessária de elementos levou à redução do processo e a exploração particular da fotografia. Além dos objetos, tanto na fotografia como nas esculturas, outro fator é peculiar nos trabalhos: o processo de construção. 

   

Wagner Fortes

     Trabalha com escultura em argila, resina e  fundição. Desenvolve o processo de impressão de fotografias sobre a cerâmica queimada na técnica do Rakú (uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima e que pode chegar a 1.000ºC; por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas) e impressão sobre papel higiênico finalizada com encáustica.



Eliardo França

     Em 1968, começou a ilustrar livros para crianças e, já nesse ano, recebeu seu primeiro prêmio, conferido pelo Instituto Nacional do Livro, intitulado "O Natal e o Livro". Hoje, junto com sua esposa Mary França, tem mais de 300 títulos publicados. Nos últimos anos Eliardo divide seu tempo entre as ilustrações e a pintura. Artista premiadíssimo em vários países, inclusive pela UNESCO, por ilustrações de livros infantis e com a realização de mais de cinquenta exposições, no Brasil e no exterior, possui obras adquiridas em: Maison de L'Amerique Latine, Paris; Manus Art, Zurique, Suíça; Universidade Federal de Juiz de Fora; Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, e em coleções particulares no Brasil, Estados Unidos, Suíça, Alemanha e França.


 

Frederico Merij

Artista plástico e professor, graduado em Psicologia pelo CES em Juiz de Fora, foi professor do Departamento de Artes da UFJF. Participou de muitas coletivas de 1987 a 1999, no Brasil e no exterior. Participou das exposições Latinas, mostra virtual e Mostra Mercado de Arte do Mercosul - Mercoarte, Mar Del Plata, Argentina (1999). Realizou, em 1985, mostra individual na Galeria Arte Nossa, em Juiz de Fora e, em 2012, expôs Del clássico gusto español



 

Katia Lopes

     “Por odiar o barro, aceitei o desafio do Mestre Dubinskas de fazer cerâmica. E, numa relação de amor e ódio, me vi envolvida em barro, sob e sobre todas as formas. Trabalho com argila a partir de 1995. Entre idas e vindas, exposições aconteceram, quando, finalmente, em 2006, comprei meu forno e construí meu ateliê. Desde então, realizo mostra, amostra e exposições com regularidade. Em 2012, fui aprovada na Lei de Incentivo a Cultura – Lei Murilo Mendes, quando realizei, na Galeria Alternativa do CCBM, a exposição O som e a forma do barro, com performance, oficinas para crianças e instalação de 350 sinos de cerâmica”.

Norma Marchetto

     Formada em Comunicação Social pela Universidade Anhembi/Morumbi - SP e em Artes pela UFJF - Juiz de Fora, trabalha com cerâmica desde 1978. Atualmente se dedica apenas ao Rakú,  uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima, que pode chegar a 1.000ºC. Por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas.

 

Renato Abud

 

André Lopes
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No Manufato Galeria Café

De 7 de dezembro a 29 de janeiro
Terça a sábado, 16 às 23 h
Rua Moraes e Castro, 307 -  Passos
Em frente ao Shopping Alameda
Contatos: Renato Abud 8803-3396 / André Lopes 8803-9782 / Eridan Leão 8824-9391