Majoritariamente trabalhos de fotografia, mas com outras artes como cerâmica, em uma exposição muito bem mesclada e realizada.
A exposição tem obras de qualidade e os trabalhos estão todos disponíveis para aquisição. Excelente oportunidade para presentear com arte.
A vista à exposição é sem dúvida um ótimo programa, que pode ser complementado no Café no andar térreo, ),
A exposição tem obras de qualidade e os trabalhos estão todos disponíveis para aquisição. Excelente oportunidade para presentear com arte.
A vista à exposição é sem dúvida um ótimo programa, que pode ser complementado no Café no andar térreo, ),
Para saber mais sobre a exposição, veja outras notícias aqui no blog JF em Foco clicando no marcador "Manufato Galeria Café" ao final desta notícia.
A seguir, algumas informações sobre parte dos expositores.
A seguir, algumas informações sobre parte dos expositores.
Antônio Cuzzuol
Trabalha profissionalmente com fotografia há 10 anos. Com vasta experiência em fotografia publicitária, fotografa junto a agências de publicidade em Vitoria, ES. Desenvolve trabalhos autorais, normalmente fora do estúdio, registrando cenas urbanas, natureza e manifestações populares. Com formação em Economia, cursou Fotografia no Istituto Europeo di Design em Roma. Apresentou, em Vitória, a individual “Roma-Scene”, com imagens do período em que viveu na Itália. Participou de coletivas e integrou, em 2001, o evento “JF em Foco”, expondo no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora.
Fabiano Cafure
É cineasta, fotógrafo, artista plástico, formado em Psicologia. Estudou fotografia, pintura e desenho no Washington College Liberal Art School (EUA). Atualmente, reside no Rio de Janeiro e lançou este ano o longa metragem "Eu te amo Renato", primeiro longa brasileiro produzido exclusivamente para web e licenciado via Creative Commons, com lançamento na categoria de ficção do canal cultural aberto O CUBO, onde Cafure assina a curadoria.
Trabalha profissionalmente com fotografia há 10 anos. Com vasta experiência em fotografia publicitária, fotografa junto a agências de publicidade em Vitoria, ES. Desenvolve trabalhos autorais, normalmente fora do estúdio, registrando cenas urbanas, natureza e manifestações populares. Com formação em Economia, cursou Fotografia no Istituto Europeo di Design em Roma. Apresentou, em Vitória, a individual “Roma-Scene”, com imagens do período em que viveu na Itália. Participou de coletivas e integrou, em 2001, o evento “JF em Foco”, expondo no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora.
Fabiano Cafure
É cineasta, fotógrafo, artista plástico, formado em Psicologia. Estudou fotografia, pintura e desenho no Washington College Liberal Art School (EUA). Atualmente, reside no Rio de Janeiro e lançou este ano o longa metragem "Eu te amo Renato", primeiro longa brasileiro produzido exclusivamente para web e licenciado via Creative Commons, com lançamento na categoria de ficção do canal cultural aberto O CUBO, onde Cafure assina a curadoria.
Fotografia no processo de cianotipia,
de Fábio Giorgi |
Depois de 25 anos atuando como advogado, em 2006 passou a se dedicar exclusivamente à fotografia pesquisando e praticando processos fotográficos históricos e alternativos e desenvolvendo trabalhos autorais. Desde então, já foram cinco exposições: Em 2007, "Photophormato", na Galeria Entre Aspas; "Orgânico", na Galeria The Loft, ambas com impressões em cianotipias. Em 2009, "Postes, muros e tapumes", integrante do Festival JF em Foco. Em 2010, "O que se olha mas não se vê", no CCBM e "E por que não?", na Casa de Cultura da UFJF.
Cianotipia - A cianotipia foi descoberta pelo cientista inglês John Herschel, em 1842, e utiliza sais de ferro, ao invés da prata, para a formação da imagem, daí sua cor azul característica. É um processo de impressão bem simples e não exige o uso de laboratório, revelação ou fixação da imagem.
Heitor Magaldi
Engenheiro Civil, foi membro fundador da Sociedade Juizforana de Fotografia, em 1976, e da COOPHOTO - Associação da Qualidade Fotográfica, de 1989. Realizou dezenas de exposições em cidades como Havana, São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, Barbacena e várias em Juiz de Fora. Participou do FOTO 13, com a exposição “Mineirices”. Foi premiado no Salão Nacional de Arte Fotográfica, na Revista Ferrovia, no Jornal Diário Mercantil e no Clube de Engenharia.
Humberto Nicoline
Fotógrafo freelancer, é jornalista (Comunicação Social, UFJF, 1981), Trabalhou em jornais de JF e BH. Atuou em coberturas fotojornalísticas em todo o território nacional e em países da América do Sul, Europa e África, com destaque para torneios de futebol (Copa Libertadores da América), Grandes Prêmios de Fórmula 1 e Fórmula Indy, além da nomeação de cardeais no Vaticano. Foi premiado em concursos de fotografias nacionais e internacionais, com o World Press Photo e o Nikon Photo Contest International. Em 2009 lançou o livro documental de fotografias “JF Anos 80”.
Engenheiro Civil, foi membro fundador da Sociedade Juizforana de Fotografia, em 1976, e da COOPHOTO - Associação da Qualidade Fotográfica, de 1989. Realizou dezenas de exposições em cidades como Havana, São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, Barbacena e várias em Juiz de Fora. Participou do FOTO 13, com a exposição “Mineirices”. Foi premiado no Salão Nacional de Arte Fotográfica, na Revista Ferrovia, no Jornal Diário Mercantil e no Clube de Engenharia.
Humberto Nicoline
Fotógrafo freelancer, é jornalista (Comunicação Social, UFJF, 1981), Trabalhou em jornais de JF e BH. Atuou em coberturas fotojornalísticas em todo o território nacional e em países da América do Sul, Europa e África, com destaque para torneios de futebol (Copa Libertadores da América), Grandes Prêmios de Fórmula 1 e Fórmula Indy, além da nomeação de cardeais no Vaticano. Foi premiado em concursos de fotografias nacionais e internacionais, com o World Press Photo e o Nikon Photo Contest International. Em 2009 lançou o livro documental de fotografias “JF Anos 80”.
Jober Brochado
"O foco principal do meu trabalho é a arte fotográfica. Inspirado principalmente pela cena urbana e seus grafismos, desenvolvo essa atividade através do domínio de todo o processo fotográfico dito analógico, em preto e branco, sendo este a maior parte da minha produção. Atualmente, pela via digital, venho produzindo trabalhos em cores dentro da mesma concepção. Tive fotografias apresentadas em mostras coletivas no Brasil e exterior, publicações em catálogos e revistas nacionais e estrangeiras, tendo juntamente com outros fotógrafos ministrado cursos de teoria e prática fotográfica em Juiz de Fora."
Julia Milward
"O foco principal do meu trabalho é a arte fotográfica. Inspirado principalmente pela cena urbana e seus grafismos, desenvolvo essa atividade através do domínio de todo o processo fotográfico dito analógico, em preto e branco, sendo este a maior parte da minha produção. Atualmente, pela via digital, venho produzindo trabalhos em cores dentro da mesma concepção. Tive fotografias apresentadas em mostras coletivas no Brasil e exterior, publicações em catálogos e revistas nacionais e estrangeiras, tendo juntamente com outros fotógrafos ministrado cursos de teoria e prática fotográfica em Juiz de Fora."
Julia Milward
“Nascida na baía de Guanabara, criada nas margens do Paraibuna, atravessou o oceano atlântico até a Seine, desaguou no Rhône e hoje pratica Stand Up Paddle no lago Paranoá. Graduou-se em jornalismo (UFJF) e em artes plásticas (Université Paris 8), pós graduou-se em fotografia contemporânea (Ecole Nationale Supérieure de La Photographie), hoje mestranda em poéticas contemporâneas (UNB). Expôs em diversos países, publicou algumas vezes. Ganhou um prêmio (Arca-Suiss). Vive e tenta trabalhar”.
Nina Mello
Atuante na fotografia há 20 anos. Para sua formação, buscou
aperfeiçoamento em cursos em São Paulo e em
festivais nacionais de fotografia com fotógrafos de grande
repercussão. Trabalhou cerca de 15 anos com fotojornalismo
e jornalismo corporativo. Formada em Jornalismo, pelo CES/JF. Atualmente, coordena o Espaço
Experimental Nina Mello, voltado à fotografia. Há cinco anos se dedica às pesquisas no universo
fotográfico direcionando seu trabalho para a fotografia artística.
Paulo Bittar
É fotógrafo naturalista e desenvolve estudos
em fotografia desde 1977, com exposições e
trabalhos comercializados no Brasil e exterior: Japão, Alemanha,
Estados Unidos, Argentina, Peru, Israel, Holanda, Suíça. A
partir do curso de Ciências Biológicas especializou-se em fotos
técnicas, científicas e publicitárias. Atualmente divide-se entre
a prática da fotografia, seu ensino e incentivo, além da produção
de foto arquivo especializado para agências de imagens brasileiras e
estrangeiras, sendo representado pelo StudioR de São Paulo.
As fotografias fazem parte de uma série
chamada “Natureza inteira”, com 60 imagens e retrata a
natureza brasileira. As molduras foram produzidas
artesanalmente na Oficina Escola de Marcenaria do Batatal (arredores
de Lima Duarte, MG). Foram utilizadas madeiras de lei
rústicas e pouco tratadas para harmonizar com o tema das
fotografias.
Roosevelt Nina
Roosevelt Nina
Dono de um currículo premiado, iniciou sua trajetória
na fotografia na década de 1990. Laureado, em 1993, com o
prestigiado prêmio Icatu das Artes, o artista viajou a Paris,
tendo, então, se aproximado de expressões que recriam o surrealismo
na atualidade. Nos trabalhos que apresenta, Roosevelt Nina revela, em
seu próprio laboratório, pequenas imagens em P&B, no formato de
polaroides, cujo processo final recebe pinceladas da tinta Ecoline,
material semelhante à aquarela, bastante utilizado por artistas
brasileiros na década de 1960, como Almedir Martins, Roberto
Magalhães e Wesley Duke Lee.
Tonil Braz
Estudante do curso de Artes e Design da UFJF, em suas pesquisas poéticas, tanto a linguagem bidimensional como a tridimensional são usadas a fim de expandir suas inquietações artísticas que insistem em manter uma relação estreita com a poesia na intenção de ressignificar o mundo. O alvo das pesquisas poéticas são a ressignificação de objetos os quais necessitam o mínimo de esforço humano animal para a realização de suas funções. A fim de aprimorar os trabalhos surgiu a colagem de fotografias em algumas esculturas com a intenção de inserir sacolas plásticas, objeto que até então não seria viável trabalhar tridimensionalmente. No entanto, uma quantidade desnecessária de elementos levou à redução do processo e a exploração particular da fotografia. Além dos objetos, tanto na fotografia como nas esculturas, outro fator é peculiar nos trabalhos: o processo de construção.
Wagner Fortes
Trabalha com escultura em argila, resina e fundição. Desenvolve o processo de impressão de fotografias sobre a cerâmica queimada na técnica do Rakú (uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima e que pode chegar a 1.000ºC; por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas) e impressão sobre papel higiênico finalizada com encáustica.
Eliardo França
Em 1968, começou a ilustrar livros para crianças e, já nesse ano, recebeu seu primeiro prêmio, conferido pelo Instituto Nacional do Livro, intitulado "O Natal e o Livro". Hoje, junto com sua esposa Mary França, tem mais de 300 títulos publicados. Nos últimos anos Eliardo divide seu tempo entre as ilustrações e a pintura. Artista premiadíssimo em vários países, inclusive pela UNESCO, por ilustrações de livros infantis e com a realização de mais de cinquenta exposições, no Brasil e no exterior, possui obras adquiridas em: Maison de L'Amerique Latine, Paris; Manus Art, Zurique, Suíça; Universidade Federal de Juiz de Fora; Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, e em coleções particulares no Brasil, Estados Unidos, Suíça, Alemanha e França.
Frederico Merij
Artista plástico e professor, graduado em Psicologia pelo CES em Juiz de Fora, foi professor do Departamento de Artes da UFJF. Participou de muitas coletivas de 1987 a 1999, no Brasil e no exterior. Participou das exposições Latinas, mostra virtual e Mostra Mercado de Arte do Mercosul - Mercoarte, Mar Del Plata, Argentina (1999). Realizou, em 1985, mostra individual na Galeria Arte Nossa, em Juiz de Fora e, em 2012, expôs Del clássico gusto español
Katia Lopes
“Por odiar o barro, aceitei o desafio do Mestre Dubinskas de fazer cerâmica. E, numa relação de amor e ódio, me vi envolvida em barro, sob e sobre todas as formas. Trabalho com argila a partir de 1995. Entre idas e vindas, exposições aconteceram, quando, finalmente, em 2006, comprei meu forno e construí meu ateliê. Desde então, realizo mostra, amostra e exposições com regularidade. Em 2012, fui aprovada na Lei de Incentivo a Cultura – Lei Murilo Mendes, quando realizei, na Galeria Alternativa do CCBM, a exposição O som e a forma do barro, com performance, oficinas para crianças e instalação de 350 sinos de cerâmica”.
Norma Marchetto
Formada em Comunicação Social pela Universidade Anhembi/Morumbi - SP e em Artes pela UFJF - Juiz de Fora, trabalha com cerâmica desde 1978. Atualmente se dedica apenas ao Rakú, uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima, que pode chegar a 1.000ºC. Por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas.
Renato Abud
André Lopes
Tonil Braz
Estudante do curso de Artes e Design da UFJF, em suas pesquisas poéticas, tanto a linguagem bidimensional como a tridimensional são usadas a fim de expandir suas inquietações artísticas que insistem em manter uma relação estreita com a poesia na intenção de ressignificar o mundo. O alvo das pesquisas poéticas são a ressignificação de objetos os quais necessitam o mínimo de esforço humano animal para a realização de suas funções. A fim de aprimorar os trabalhos surgiu a colagem de fotografias em algumas esculturas com a intenção de inserir sacolas plásticas, objeto que até então não seria viável trabalhar tridimensionalmente. No entanto, uma quantidade desnecessária de elementos levou à redução do processo e a exploração particular da fotografia. Além dos objetos, tanto na fotografia como nas esculturas, outro fator é peculiar nos trabalhos: o processo de construção.
Wagner Fortes
Trabalha com escultura em argila, resina e fundição. Desenvolve o processo de impressão de fotografias sobre a cerâmica queimada na técnica do Rakú (uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima e que pode chegar a 1.000ºC; por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas) e impressão sobre papel higiênico finalizada com encáustica.
Eliardo França
Em 1968, começou a ilustrar livros para crianças e, já nesse ano, recebeu seu primeiro prêmio, conferido pelo Instituto Nacional do Livro, intitulado "O Natal e o Livro". Hoje, junto com sua esposa Mary França, tem mais de 300 títulos publicados. Nos últimos anos Eliardo divide seu tempo entre as ilustrações e a pintura. Artista premiadíssimo em vários países, inclusive pela UNESCO, por ilustrações de livros infantis e com a realização de mais de cinquenta exposições, no Brasil e no exterior, possui obras adquiridas em: Maison de L'Amerique Latine, Paris; Manus Art, Zurique, Suíça; Universidade Federal de Juiz de Fora; Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, e em coleções particulares no Brasil, Estados Unidos, Suíça, Alemanha e França.
Frederico Merij
Artista plástico e professor, graduado em Psicologia pelo CES em Juiz de Fora, foi professor do Departamento de Artes da UFJF. Participou de muitas coletivas de 1987 a 1999, no Brasil e no exterior. Participou das exposições Latinas, mostra virtual e Mostra Mercado de Arte do Mercosul - Mercoarte, Mar Del Plata, Argentina (1999). Realizou, em 1985, mostra individual na Galeria Arte Nossa, em Juiz de Fora e, em 2012, expôs Del clássico gusto español
Katia Lopes
“Por odiar o barro, aceitei o desafio do Mestre Dubinskas de fazer cerâmica. E, numa relação de amor e ódio, me vi envolvida em barro, sob e sobre todas as formas. Trabalho com argila a partir de 1995. Entre idas e vindas, exposições aconteceram, quando, finalmente, em 2006, comprei meu forno e construí meu ateliê. Desde então, realizo mostra, amostra e exposições com regularidade. Em 2012, fui aprovada na Lei de Incentivo a Cultura – Lei Murilo Mendes, quando realizei, na Galeria Alternativa do CCBM, a exposição O som e a forma do barro, com performance, oficinas para crianças e instalação de 350 sinos de cerâmica”.
Norma Marchetto
Formada em Comunicação Social pela Universidade Anhembi/Morumbi - SP e em Artes pela UFJF - Juiz de Fora, trabalha com cerâmica desde 1978. Atualmente se dedica apenas ao Rakú, uma técnica oriental que produz efeitos únicos a cada queima, que pode chegar a 1.000ºC. Por ser uma técnica de queima artesanal e as peças modeladas à mão, todas são consideradas únicas.
Renato Abud
André Lopes
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No Manufato
Galeria Café
De 7 de dezembro a 29 de janeiro
Terça a sábado, 16 às 23 h
Rua Moraes e Castro, 307 - Passos
Em frente ao Shopping Alameda
Contatos: Renato Abud 8803-3396 / André Lopes 8803-9782 / Eridan Leão 8824-9391
De 7 de dezembro a 29 de janeiro
Terça a sábado, 16 às 23 h
Rua Moraes e Castro, 307 - Passos
Em frente ao Shopping Alameda
Contatos: Renato Abud 8803-3396 / André Lopes 8803-9782 / Eridan Leão 8824-9391
- espacomanufato@hotmail.com
- www.facebook.com/EspacoManufato
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